Вријеме  7 сата 57 минуте

Број тачака  7163

Uploaded 19.06.2017.

Recorded јун 2017

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  • Information

     
  • Easy to follow

     
  • Scenery

     
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564 m
112 m
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14
28
56,98 km

Погледана 4620 пут(a), скинута са сервера 50 пут(a)

близу  Pombos, Pernambuco (Brazil)

Um passeio sem muito objetivo mas que se tornou muito prazeroso, só queríamos aproveitar a folga no meio da semana. A ideia inicial era tomar um café da manhã numa barraquinha à beira da BR 101 em Gameleira e pegar uma estrada de lá voltando para Recife. Como um outro amigo se integrou de última hora e no fim do dia iria para Tamandaré, invertemos o sentido do passeio e também resolvemos começar por Pombos porque esse colega partiu de Passira, então convergiu para iniciar em Pombos que era o meio do caminho para ambos. Aproveitei essa mudança de sentido para acrescentar a subida ao morro de Pombos onde há uma estátua do Cristo redentor, que era desconhecida (a subida) pelos 3 colegas. O fim da trilha seria lá na barraquinha na 101 em Gameleira, perto de Ribeirão, mas como estava escurecendo rápido encerramos em Primavera.

Fiz o desenho às pressas com o Google Earth assim que acordei as 05:30 e deu muito certo, foram necessários poucos desvios em relação a trilha desenhada. Aproveitei para acrescentar a passagem pelas cachoeiras do Convento e Urubu em Primavera, já que cruzaríamos o rio Ipojuca lá por perto, sem precisar de um grande desvio até chegar a cachoeira, que inclusive foi onde conseguimos almoço.

Começamos por Pombos, após fazer o retorno na BR 232, entramos à direita rente a passarela, aqui já começa estrada de terra. Estava chovendo e fomos subir o morro do Cristo. Nada difícil, apesar de molhada, pois não é o tipo de sedimento que faz lama ao molhar, saindo do patamar de 207m aos 331m. Algumas erosões e pedras, porém todos subiram sem dificuldade. A dica é devagar e sempre, sem parar o carro. Lá em cima estava uma chuva leve, um vento gostoso e uma cortina de névoa que não permitia enxergar muito ao longe desse mirante mas valeu a pena.

Continuamos o trajeto ainda com chuva, na direção sul (na verdade a chuva nos acompanhou ininterruptamente, só parou quando chegamos em Recife). Nas proximidades de Pombos o terreno é sempre de terra, não forma lama, só algumas poças. É uma área bonita pois passa por muitos pontos altos de onde se tem belas vistas de vales e serras, além de que estava tudo verdinho com essas chuvas.

Quando nos afastamos uns 6km para o sul da BR 232 nos aproximamos de fragmentos da mata atlântica e em seguida canaviais, aí sim começa a ter trechos com lama e o terreno já muda para misto de terra e barro argiloso.

Logo após margear esse fragmento de mata atlântica (de mais ou menos uns 400 hectares) e contemplar uma bela visão em um pico de 562m de altitude, começa uma leve subida entre o fim dessa mata e o canavial, seguido de um cotovelo para a direita. Uma reta entre milharal e canavial passando pelo patamar mais alto da trilha (563m).

Logo após começa a descer, o terreno já é um barro meio escorregadio. Passa-se por uma residência e bananeiras, atravessa um córrego raso e logo uma subida escorregadia, mas não difícil. Outra descida e agora é um barro bem escorregadio ao lado de um açude, com algumas erosões mas também sem muita dificuldade apesar das patinadas.

Continuando em frente mais uma estrada estreita, trecho plano, mato tocando o carro dos dois lados em uma boa parte, até chegar em um cruzamento de várias vias. Marquei uma porteira, mas é só seguir em frente, não precisa entrar em propriedades fechadas.

Logo após esse cruzamento percorre-se 1km com uma bela vista para frente e para a direita. Ainda é um ponto alto (420m) de onde se contempla um outro vale. Em seguida uma lama mole, passei com um pouco de dificuldade pois estou com pneus lisos e não peguei embalo o bastante. Os outros colegas passaram mais fácil devido ao ver meu exemplo de quase atolar. Pegaram mais embalo e foram mais pela direita. Mas não adiantava ir muito rápido por ser uma curva, o carro poderia rodar ou perder o controle. A passagem não é muito larga, com arame farpado dos dois lados. Essa lama me pegou de surpresa porque o terreno até então estava bem firme o tempo todo e fui passando devagar. Como notei rapidamente que a frente do carro afundou, deu tempo de parar e dar ré para entrar com mais velocidade.

Mais uns 400m e outra laminha nos aguardava, mas essa não era um atoleiro, apenas escorregava bastante. Eu rodei quase 180 graus, entrei muito rápido. E logo em seguida ainda tem uma ponte estreita. Estava um pouco perigosa devido as laterais estarem erodidas.

Depois de mais uns 2km de estrada boa passamos por uma laminha besta e agora uma bifurcação nos aguardava a decisão. Até aqui todos estavam prosseguindo bem. No desenho marquei um ponto em que parecia ser uma subida bem interessante e resolvi testá-la. E acertei! Entrei de primeira marcha sem muito embalo, depois de uns 60m o carro começou a perder velocidade e patinar. Como na primeira na rotação máxima não subia, resolvi jogar a segunda e soltar a embreagem de vez, consegui subir e aguardei os demais. O T4 logo em seguida chegou. Pneus 35" BF goodrich mandou bem. O Grand Vitara e Duster com pneus pouco melhor que o meu mal passaram dos primeiros 30m da subida. Tentaram várias vezes mas foi preciso contornar. Como consolação ganharam milho verde e macaxeira dos moradores da redondeza.

Do outro lado descemos a serra escorregando muito, o carro descia com freio motor, sem tocar o pé no freio mas o carro ficava perdendo controle, querendo rodar para um outro ou outro. Joguei a segunda marcha para ele descer escorregando menos e ter controle. Antes andar mais rápido com controle do que devagar e desgovernado. Chegando em baixo contornamos esse morro e fomos buscar os que não conseguiram subir.

Desse ponto em diante andamos mais rápido, era mais estradão, já estávamos em Primavera. Cruzamos o rio Ipojuca sobre uma ponte e fomos margeando ele por uns 3km até que seguindo meu desenho viramos à direita, pegando uma estrada mais estreito. Cruzamos um córrego por uma ponte estreita e bem improvisada. Fui subindo sem ver muito o terreno. A estrada virou um single track depois dessa ponte. Um morador local disse que dava para passar, mas o mato estava tão alto que não conseguia ver o que era barranco, o que era estrada ou o precipício. Abortei e com dificuldade dei ré e mais dificuldade ainda fiz a volta. Talvez com um Zequinha me orientando eu pudesse transpor, mas estava chovendo e nós estávamos sozinhos cada um em seu carro.

Voltamos a margear o rio e novamente subimos na próxima entrada à direita subindo pelo bananal e voltamos ao traçado desenhado em uns 3km à frente. Estrada boa, ritmo acelerado.
Primeira brincadeira da trilha foi subir essa estrada molhada para apreciar a vista do mirante. Mas a névoa não permitiu uma ampla visão. Estava chovendo.
Fragmento de mata Atlântica à esquerda e essa vista do vale à direita (oeste). Neste ponto estamos a 540m de altitude.
Um trechinho mais apertado no fim do fragmento de mata atlântica. Trecho bonito, sem dificuldades de transpor.
Desconsiderar essa porteira. Eu tinha feito o desenho passando por outra estrada, que seria descendo de frente ao açude 2km atrás, mas não era seguro entrar nessa estrada. Como estávamos nos afastando do desenho que fiz, entrando a esquerda nesse momento estaria indo em direção de voltar ao trajeto desenhado, mas aí teria que abrir uma porteira. Então preferi seguir em frente e reencontrar a trilha desenhada mais adiante.
Trechinho com lama para começar a dar o tempero da trilha.
Eramos 4, um TR4, um T4, um Grand Vitara e um Duster. Somente o TR4 e o T4 subiram. Em várias tentativas os outros dois nem chegaram perto de conseguir. Fizemos a volta depois de descer lá na frente para buscá-los por um desvio plano (contornando o morro).
O rio Ipojuca está com pouco volume acima de Gravatá, mas na região da zona da mata tem chovido bastante esse período e a cachoeira está bem caudalosa.
Como estava chovendo o dia todo, o volume de água estava bastante alto e aumentado, além de sermos os únicos a visitá-la.
Aqui estava muito escorregadio. Ninguém atolou, mas dois carros não conseguiram subir e tivemos que fazer a volta. Continuamos margeando o rio e entramos no canavial mais à frente.
Esse trecho é muito bonito, tem uma bela visão mas a foto não está representando bem a profundidade da beleza do local.
Um morador próximo disse que dava para passar, mas achei muito inseguro pois o mato estava tão alto que eu não conseguia visualizar se eu tava indo para cima do barranco ou descendo precipício. Precisaria de um zequinha na frente me guiando, mas como estava chovendo e pensando nos outros colegas, consegui fazer a volta (com dificuldade pela falta de espaço) e desviamos o caminho.
Há uma ponte estreita nesse ponto sobre um pequeno riacho. Como choveu muito ele transbordou sobre a pista mais a frente, mas não chegou a cobrir a ponte, caso contrário seria impraticável a travessia com o risco de cair dentro do rio. O troller passou com os pneus ultrapassando os limites da ponte.

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